Baleia Azul chega aos púlpitos das igrejas e já faz vitimas.

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A nova fonte de preocupação para pais com filhos adolescentes chama-se Desafio da Baleia Azul. O jogo, que conduz os participantes ao suicídio, tornou-se febre entre adolescentes e ligou a luz de alerta em líderes cristãos.

O pastor Renato Vargens, escritor, blogueiro e líder da Igreja Cristã da Aliança, publicou um artigo sobre o assunto e chamou a atenção para a responsabilidade dos pais nos relacionamentos de seus filhos adolescentes, e o que fazem nas horas vagas.

Vargens observa que “no jogo há desde tarefas simples, como desenhar uma baleia num papel, até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios, furar a palma da mão ou desenhar no braço com uma lâmina uma baleia”, e acrescenta que “o desafio mais macabro deste maldito jogo é sempre o mesmo: suicídio”.

“Apesar de não generalizar, sou tomado pela convicção que boa parte dos adolescentes que aceitam participar do jogo da baleia azul, o fazem por se sentirem deprimidos, o que em parte se deve a ausência de pais e mães”, explicou Vargens, que destacou a dedicação dos pais ao trabalho como um fator de ausência na vida dos filhos. “Quantos adolescentes que mesmo vivendo com seus pais, não recebem por parte destes atenção carinho, amor e disciplina? Eu particularmente tenho visto inúmeros adolescentes deprimidos, angustiados, sem ânimo algum pelo fato inequívoco de terem sido abandonados em vida por seus pais”, lamentou.

Para contribuir de forma efetiva na resolução do problema, o pastor elaborou uma lista de conselhos para que, através do relacionamento, pais de adolescentes possam prevenir que seus filhos fiquem expostos às insanidades do mundo contemporâneo. Confira:

 

  • Ame seu filho e lembre-se que amor se mostra através de atitudes;
  • Dedique tempo ao seu filho. Seja presente, priorize ele, vá ao cinema, ao estádio de futebol, a um parque e gaste tempo em comunhão e relacionamento pessoal;
  • Seja o melhor amigo de seu filho;
  • Se perceber que ele está se isolando dos amigos, da família, com um comportamento marcado pela tristeza, tente conversar com ele e se necessário for procure ajuda profissional;
  • Procure ver com quem ele está se relacionando na escola, na internet ou em outro ciclo de relacionamento qualquer;
  • Ore com e por ele.

A nova fonte de preocupação para pais com filhos adolescentes chama-se Desafio da Baleia Azul. O jogo, que conduz os participantes ao suicídio, tornou-se febre entre adolescentes e ligou a luz de alerta em líderes cristãos.

O pastor Renato Vargens, escritor, blogueiro e líder da Igreja Cristã da Aliança, publicou um artigo sobre o assunto e chamou a atenção para a responsabilidade dos pais nos relacionamentos de seus filhos adolescentes, e o que fazem nas horas vagas.

Vargens observa que “no jogo há desde tarefas simples, como desenhar uma baleia num papel, até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios, furar a palma da mão ou desenhar no braço com uma lâmina uma baleia”, e acrescenta que “o desafio mais macabro deste maldito jogo é sempre o mesmo: suicídio”.

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“Apesar de não generalizar, sou tomado pela convicção que boa parte dos adolescentes que aceitam participar do jogo da baleia azul, o fazem por se sentirem deprimidos, o que em parte se deve a ausência de pais e mães”, explicou Vargens, que destacou a dedicação dos pais ao trabalho como um fator de ausência na vida dos filhos. “Quantos adolescentes que mesmo vivendo com seus pais, não recebem por parte destes atenção carinho, amor e disciplina? Eu particularmente tenho visto inúmeros adolescentes deprimidos, angustiados, sem ânimo algum pelo fato inequívoco de terem sido abandonados em vida por seus pais”, lamentou.

 

Para contribuir de forma efetiva na resolução do problema, o pastor elaborou uma lista de conselhos para que, através do relacionamento, pais de adolescentes possam prevenir que seus filhos fiquem expostos às insanidades do mundo contemporâneo. Confira:

 

  1. Ame seu filho e lembre-se que amor se mostra através de atitudes;
  2. Dedique tempo ao seu filho. Seja presente, priorize ele, vá ao cinema, ao estádio de futebol, a um parque e gaste tempo em comunhão e relacionamento pessoal;
  3. Seja o melhor amigo de seu filho;
  4. Se perceber que ele está se isolando dos amigos, da família, com um comportamento marcado pela tristeza, tente conversar com ele e se necessário for procure ajuda profissional;
  5. Procure ver com quem ele está se relacionando na escola, na internet ou em outro ciclo de relacionamento qualquer;
  6. Ore com e por ele.

 




Segundo site Gospel Geral uma jovem assumidamente cristã teria se envolvido com o deseafio e teria tentado o suicido, caso sua mão não tivesse descoberto as mensagens em seu celular.

Veja parte do artigo.

Mariana (nome fictício), de 15 anos, sente o peito vazio. Não sabe explicar bem o que é. Só sofre. Desacreditou no amor da mãe, no contato com outros seres humanos e na fé evangélica da criação que recebeu na Zona Oeste do Rio. Entregou-se ao que agora viu ser uma falsa esperança: o Baleia Azul, uma série de 50 ordens que desconhecidos dão a adolescentes; a última, exige o suicídio do jovem. Mariana só está viva porque a mãe conseguiu impedir o fim trágico.

— Quem tiver com vontade de entrar no Baleia Azul, não faça isso. Só vai te causar coisas ruins. Em vez de parar sua tristeza, só vai aumentar. E vai acumular, e vai acumular… E quando você vê, já vai estar vazio por dentro e por fora. Apostem numa coisa que você gosta. Talvez numa música de que você gosta. Talvez você se sinta melhor. Porque eu sei o quanto dói, mas não vai ser um jogo que vai te fazer parar de sentir dor. E nem a morte — desabafa a menina.

Mariana não está sozinha. Só no Brasil, há, pelo menos, dois casos de morte sob investigação policial, em Mato Grosso e na Paraíba. A delegada interina da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio, Fernanda Fernandes, organiza o rastreamento de redes sociais de pessoas que teriam envolvimento com o Baleia Azul. Já há, pelo menos, mais dois casos na cidade em investigação. Os responsáveis podem responder por associação criminosa, lesão corporal e tentativa de homicídio.

Mariana foi internada após a mãe descobrir que ela estava participando do jogo, e já estava na 15ª ordem. A menina teve alta após dois dias e acabou tentando suicídio. A mãe, que abandonou o trabalho por preocupação, conseguiu impedir que o pior acontecesse.

 

A dor da mãe a fez recuar. Vez por outra, Mariana diz que sente vontade de desistir, mas tenta mudar de pensamento. Está em tratamento, e sonha em ser fotógrafa:

 

— Minha mãe me disse que fazia tudo para eu ficar viva. E eu entendi. Às vezes eu penso (na morte), mas aí eu penso no meu futuro — conta a menina.

Fonte: internet




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